Casos da síndrome associada à maconha disparam em locais onde a droga é legalizada


Casos da síndrome associada à maconha disparam em locais onde a droga é legalizada
Foto: Maj. Will Cox/ Georgia Army National Guard





Médicos norte-americanos estudam a síndrome de hiperemese por canabinoide, doença associada ao uso da maconha. 

Os usuários têm fortes dores de estômago, náusea e vômitos, e os sintomas só são aliviados com banhos quentes, por razão ainda desconhecida.

 Segundo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Denver, a síndrome associada ao uso da droga, tem sido mais recorrente em locais onde ela foi legalizada. 

Por se tratar de uma doença desconhecida, o diagnóstico é difícil, em geral, os pacientes recorrem a serviços de emergência por várias vezes até descobrirem o real motivo do mal-estar intenso.

 A síndrome foi descrita pela primeira vez na literatura médica em 2004, após o diagnóstico de dez pacientes na Austrália. 

O trabalho publicado no Academic Emergency Medicine, entre 2008 e 2009, evidencia 41 suspeitas de hiperemese no Estado do Colorado. 

Já entre os anos de 2010 e 2011, após a legalização da maconha, foram diagnosticados 87 casos. 

A maioria dos portadores da doença são mulheres brancas, com idade média de 30 anos. Como o uso crônico da droga é frequente, é importante que não apenas médicos tenham conhecimento sobre o assunto, como também os usuários

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