Nobre irá tentar unificar as investigações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que foi o responsável por abrir a primeira investigação contra Favreto.
O advogado usará como linha de defesa o fato de que a decisão judicial não pode ser analisada por órgão administrativo. “O Judiciário só age provocando. Houve provocação. Ele era obrigado a decidir.
Era o juiz competente e decidiu conforme sua compreensão”, questiona Nobre. “Vão puni-lo porque fez o que cabe a um juiz fazer? Assim os juízes não terão segurança nem para aplicar a lei conforme suas interpretações", completou.
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