Mãe que matou recém-nascida quer ser solta: ‘Cuidar da outra filha’



A explicação da advogada de Ana, Letícia Giribelo, para pedir a soltura da cliente é baseada nos bons antecedentes dela, além de empresa e residência fixos. 
“Também vamos destacar que ela tem uma filha de anos que precisa ficar sob os cuidados da mãe”, afirmou. A mulher e o marido, que está com a guarda da filha do casal, não mantêm contato.
Se o pedido não for concedido em primeira instância, a defesa tem outro plano. “Vamos pedir um Habeas Corpus por motivo humanitário, justamente para que ela possa cuidar da filha enquanto não ocorre o julgamento do caso”. Ana Carolina está presa em Tremembé, no interior paulista.

Causa da morte

Diferentemente como o laudo do Instituto Médico Legal (IML) havia apontado, Letícia garantiu que a bebê morreu por traumatismo, e não por asfixia. Segundo ela, o crime não foi premeditado. 
“Ela não teve consciência do que fez, mas garante que acreditava que a criança tinha nascido morta, no vaso sanitário. 
Já pedimos uma avaliação psiquiátrica à Justiça e agora aguardamos a data para ser realizada a perícia”, explica a advogada.

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