Servidores municipais e funcionários das empresas terceirizadas envolvidas no festival atuam nos 55 mil metros quadrados, metragem total da arena, desmontando a estrutura do palco, camarotes, backstage, banheiros químicos, feira criativa, posto médico, praça de alimentação, além da roda-gigante e tirolesa. Os trabalhos começaram com a desmontagem do palco, que é uma das maiores estruturas da festa, equipado com 800 metros quadrados de LED.
O arquiteto e coordenador de projetos da Saltur, Otávio Reis, explica que o prazo para desmontagem é de 15 dias. No entanto, pode ser estendido, caso haja alguma eventualidade. “Iniciamos o trabalho assim que acabou o último show, na madrugada mesmo, como sempre fazemos. Vamos trabalhar para cumprir o prazo, mas pode ser que 15 dias não sejam suficientes. Estamos na operação”, diz ele, que acompanha de perto a montagem e desmontagem de toda estrutura.
Além da Saltur, estão envolvidos na operação técnicos da Secretaria de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), da Diretoria de Iluminação Pública, Secretaria de Ordem Pública (Semop), Secretaria de Manutenção (Seman), Defesa Civil, Companhia de Governança Eletrônica (Cogel), Superintendência de Obras Públicas (Sucop), Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) e Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador).
Trânsito – As placas de sinalização e cones instalados pela Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) para organizar o trânsito e travessia de pedestres já foram retiradas. A sinalização de proibição de estacionamento também foi removida. Já as áreas especiais de Zona Azul permaneceram até 1h da madrugada desta quarta (02).
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