Integra diz que auditoria confirma desequilíbrio econômico-financeiro em Salvador


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A Associação das Concessionárias (Integra), por meio de nota enviada para imprensa, se posicionou sobre resultados das auditorias dos contratos de concessão do Sistema de Transportes Coletivos por Ônibus de Salvador (STCO).

O Consórcio Integra, que opera o serviço de ônibus em Salvador, é composto por três empresas. Em 2017, ele já afirmava que teve um prejuízo superior a R$ 60 milhões naquele ano, diante da crise econômica, da queda do número de passageiros, da chegada do metrô, da concessão de gratuidades e do avanço do transporte clandestino.
“O objetivo dessas auditorias é o de certificar os quantitativos mensais de passageiros do sistema e avaliar a execução da concessão desde o início dos contratos”, diz em trecho da nota.
Ainda segundo a Integra, as empresas consultoras contratadas pelo Município apresentaram, até aqui, apenas relatórios parciais que estão sendo analisados pelo consórcio Integra para posterior discussão.
“Para a Integra, o material disponibilizado confirma a existência de considerável desequilíbrio econômico-financeiro contratual em detrimento das concessionárias, que, por certo, no seu devido tempo, será ajustado”, encerra a nota.
No contrato fechado com o consórcio, que começou a operar na capital baiana em 2015, a previsão das empresas é de que a cidade teria uma média de 36 milhões de pessoas 
transportadas por mês, sendo que deste total, 28 milhões seriam "passageiros equivalentes". No entanto, o consórcio alega que o número de "passageiros equivalentes" por mês caiu para 22 milhões. Estudos apresentados pelo consórcio à prefeitura sugeriram que a tarifa fosse alterada para o valor de R$ 4,15, para que os supostos prejuízos fossem resolvidos.

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