Na sessão ordinária desta quarta-feira, 02 de outubro de 2019, a vereadora Mônica Brito se pronunciou a respeito do pedido de suplementação de 21% solicitado pelo poder executivo.
Externando sua indignação, a parlamentar afirma que a lógica da gestora é presumir que o vereador do município só presta para liberar suplementação. Sendo que as verbas liberadas não se tornam visíveis em ações, pois as ruas e praças estão acabadas, as zonas rurais esquecidas, e a desculpa apresentada por representantes do governo é o período chuvoso.
Declarando seu posicionamento referente as contas do ano de 2016, a mesma anuncia ter rejeitado, como relatora da comissão de orçamento, Mônica explica que censurou o exercício da gestão municipal pelo fato do mesmo conter algumas irregularidades, dentre ele o Brasil alfabetizado projeto federal que, segundo ela, foi utilizado como manobra política para reeleger vereador e a própria gestora. Prejudicando pessoas que estavam dispostos a ser alfabetizados, e funcionários que não receberam por seus serviços.
A parlamentar também se pronunciou sobre as eleições para Conselheiros Tutelares que acontecerá no dia 06 de outubro de 2019, no Colégio Estadual de Conceição do Jacuípe (CECJ) com horário das 08 às 17h.
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