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26 de outubro de 2020

"Por enquanto não há indicativo de uma segunda onda", diz Rui Costa sobre pandemia no estado


 O governador Rui Costa (PT), durante visita às obras do tramo 3, da Linha 1 do metrô, nesta segunda-feira, 26, falou que, apesar da parada na queda de contaminação pelo novo coronavírus no estado, não há indicativo de que a Bahia esteja à caminho de uma segunda onda.

“Por enquanto não há indicativo de uma segunda onda. Estávamos com uma taxa de queda acentuada e parou de cair. Significa que as aglomerações estão provocando algum grau de contaminação, suficiente para conter a queda, gerando uma quantidade x de contaminados. Por enquanto esse número não está se refletindo nos números de óbito ou internamento”, explicou o governador da Bahia.

O petista defende a continuidade do uso de máscaras pelos baianos, apesar do Estado não caminhar para uma situação crítica.

“Se tem algo que é unanimidade entre os especialistas é que uso massivo das máscaras diminuem a contaminação. Minha percepção é que as pessoas estão paulatinamente abandonados as máscaras. O vírus não foi embora e a melhor forma de se proteger é usando máscara o tempo todo”, reforçou Costa.  

Volta ao trabalho

O governador falou sobre o decreto que estabelece o retorno dos servidores estaduais com idade acima de 60 anos às atividades presenciais, publicado na semana passada. Costa afirma que a medida é parte de um programa de retorno aos posto de trabalhos realizados de forma gradual e que os servidores deverão retornar adotando todas as medidas de segurança: “Só vai ficar em casa aquelas que tiverem comorbidades ou doenças correlatas”.

Questionado sobre o pleito municipal em Vitória da Conquista, onde o deputado estadual de seu partido, Zé Raimundo (PT), enfrenta o atual prefeito Herzem Gusmão (MDB) que tenta reeleição, o governador falou em tom de otimismo sobre a vitória do petista: “dá para ganhar, é importante que ganhe”.  

Ele também falou da importância do município para região e fez críticas ao gestor municipal.  

“Não é possível que Conquista, uma cidade grande que é uma cidade de forte perfil educacional, hoje é um polo educação superior, polo de educação para região inteira e até para o norte de Minas [Gerais]. É um polo de serviços de saúde, lá vemos ambulância do norte de Minas trazendo pacientes para hospitais, para UPAS. Uma cidade desse tamanho tem que ter alguém na prefeitura com capacidade de diálogo, de sentar com o governador, com o Governo Federal e discutir projetos, modernizar a cidade; E Conquista, na minha opinião, ficou parada por quatro anos e é o momento de retomada”, avaliou.

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