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4 de nov. de 2021

TRF-1 autoriza quebra de sigilo de advogado de Adélio Bispo

 


O TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) decidiu na última quarta-feira, 3, por reabrir a investigação sobre a facada no presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ocorrida durante um comício do então candidato ao Planalto em Juiz de Fora em setembro de 2018.

Medidas como apreensões e quebras de sigilo, que estavam paralisadas desde 2019, foram autorizadas pelos ministros contra o advogado do autor do atentado ocorrido em 2018, Adélio Bispo de acordo com informações da Folha de S. Paulo.

 

Recibos, comprovantes de pagamentos de honorários e o aparelho telefônico do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, além de imagens de circuito de segurança de um hotel onde ele supostamente teria se encontrado com um financiador da defesa de Adélio, estão entre as provas que o TRF-1 espera obter com os mandados. Para preservar o sigilo da atividade profissional, o escritório de Zanone não será alvo das diligências no momento.

A decisão foi tomada em Juiz de Fora (MG), mesma cidade onde ocorreu o atentado contra BOlsonaro. A PF (Polícia Federal) apreendeu os materiais em dezembro de 2018, mas até então não foram usados na investigação.

 

Ainda segundo a Folha de S. Paulo, a interrupção nas quebras de sigilo executadas em 2019 foi determinada também no TRF-1 pelo desembargador Néviton Guedes, relator do caso, após pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Segundo a entidade dos profissionais do direito, a continuidade das medidas violariam o sigilo profissional do advogado.

 

Zanone Manuel foi procurado pela reportagem do jornal paulista, mas não se manifestou. Já o advogado Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, também integrante da defesa de Adélio, declara que não vê razões para a reabertura do caso. "Nós cremos na seriedade e competência da Polícia Federal e temos a certeza de que não há uma prova sequer para reabertura do caso, sobretudo por nada existir que embase isto", afirmou.

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