Mario Frias e Sérgio Camargo deixam o governo Bolsonaro

Para concorrer ao Congresso, eles precisaram deixar os cargos públicos


Figuras polêmicas do governo federal, o secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo, Mario Frias, e o presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, deixaram o governo nesta quinta-feira, 31. Eles irão concorrer nas eleições de 2022 e precisaram deixar os cargos públicos Por causa da data-limite estabelecida pela Justiça Eleitoral para descompatibilização destas funções, que acontece no próximo dia 2 de abril.

 

Ex-ator da Globo e conhecido por suas postagens polêmicas e brigas como famosos, Mario Frias deixa o cargo na Secretaria da Cultura e quem assume é Hélio Ferraz. Além disso, durante sua gestão, Frias foi alvo de ações por conta dos seus gastos considerados exagerados do dinheiro público para viagens.

 

Já outra fugura polêmica, Sérgio Camargo, que coleciou polêmicas ao ir contra o movimento negro, mesmo presidindo a maior fundação voltada a questões raciais, também desembarca do cargo público. O nome de Camargo foi publicado no DOU desta quinta, mas sem o substituto.

Camargo foi denunciado pelos funcionários por assédio moral, perseguição ideológica e discriminação contra funcionários. A denúncia gerou uma determinação do ministro do do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que restringiu os poderes de Camargo na presidência da Fundação Palmares. 

 

Tanto Mário Frias, quando Sérgio Camargo irão concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados. Outro que teve exoneração publicada para concorrer ao Congresso foi o  Diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

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