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Mãe de PM morto com tiro de fuzil faz desabafo: “Meu filho quando tinha um colete melhor, foi porque ele tirou do bolso para comprar”

Dona Maria Cândida também criticou a atuação do Governo do Estado na Segurança Pública. “Eles [os policiais militares] não têm equipamentos para protegê-los. Ele nãos têm sequer uma viatura blindada, porque se tivesse, esse fuzil não atravessaria a cabeça do meu filho”, destacou. “Meu filho tinha um revólver, e esses marginais tinham um fuzil que desconfigurou a cabeça do meu filho”, aponta.



A mãe do policial militar assassinado por homens armados na Rua Ulisses Guimarães, no bairro de Águas Claras, em Salvador, na noite do último sábado (7), fez um desabafo emocionante sobre a perda do filho. Identificado como SD PM Menezes, o agente da Segurança Pública foi morto com um tiro de fuzil na cabeça. “Só quem sabe o que eu estou passando aqui são essas duas mães”, afirmou dona Maria Cândida, se referindo às mães dos outros dois PMs que foram mortos neste domingo (8), enquanto retornavam do enterro do colega.

“Um absurdo do absurdo. Eles estiveram no enterro do colega e foram mortos ao sair desse enterro. Gente, o que é isso? Pelo amor de Deus”, afirmou a mãe do SD PM Menezes, em entrevista ao programa Balanço Geral, da RecordTV Itapoan.
 

Dona Maria Cândida também criticou a atuação do Governo do Estado na Segurança Pública. “Eles [os policiais militares] não têm equipamentos para protegê-los. Ele nãos têm sequer uma viatura blindada, porque se tivesse, esse fuzil não atravessaria a cabeça do meu filho”, destacou. “Meu filho tinha um revólver, e esses marginais tinham um fuzil que desconfigurou a cabeça do meu filho”, aponta.


Além disso, a mulher aponta uma falta de qualidade dos equipamentos de segurança concedidos aos policiais militares. “Meu filho quando tinha um colete melhor, foi porque ele tirou do bolso para comprar”, declarou.

Depois de perder o filho às vésperas do Dia das Mães, dona Maria Cândida relembra que o PM havia combinado de almoçar com ela neste domingo para celebrar a data. “Meu filho saiu de casa dizendo: ‘Minha mãe, vamos sair para um restaurante comer uma moqueca domingo’”, conta.

 
Relembre o caso


O policial militar Alexandre Menezes era lotado na 3ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) e realizava rondas na Rua Ulisses Guimarães, em Águas Claras, quando foi surpreendido por homens armados. O PM chegou a ser socorrido por outros policiais que o acompanhavam durante as rondas até o Hospital Professor Eládio Lassére, no mesmo bairro, mas não resistiu.

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