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"Não é o primeiro idoso", afirma delegado sobre mulher que deixou capoeirista em cárcere privado


A mulher suspeita de sequestrar, manter em cárcere privado e roubar um mestre capoeirista já cometeu o mesmo crime com outros idosos. Foi o que revelou o delegado Ricardo Amorim, do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), durante coletiva realizada nesta quinta-feira (4), em Salvador.

Segundo o delegado, a mulher já tinha costume de cometer o crime. "Ela já tinha esse costume de pegar idosos que ela não conhecia, levar para dentro de casa e fazer essa apropriação dos bens deles", revelou.

"Não é o primeiro idoso que passa por essa casa, a gente tem a informação de que alguns outros idosos também passaram por essa casa, ficaram mantidos nessa mesma condição de saúde, em cárcere privado. São situações que estamos apurando para conseguir identificar exatamente quem foram essas pessoas que ficaram dentro desse imóvel e onde essas pessoas foram parar", declarou.

Apesar de haver indícios de que o crime foi cometido com outras pessoas, o mestre capoeirista resgatado pela polícia foi encontrado sozinho em casa. Segundo o policial, o capoeirista apresentava magreza e confusão mental devido ao Alzheimer.

A suspeita do crime já foi identificada, mas ainda não foi localizada. Buscas por ela estão sendo feitas pela polícia.

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