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PM que estava detido em batalhão, foge antes de ter mandado de prisão cumprido



Diego Kollucha Santos Vasconcelos estava detido no Centro de Custódia Provisório, pois já tinha sido alvo de uma operação do MP contra PMs envolvidos com milícias em Santo Estévão

O policial militar Diego Kollucha Santos Vasconcelos, alvo da ‘Operação Sangue Frio’, acusado de participação no homicídio qualificado de Juliana de Jesus Ribeiro, fugiu da Coordenadoria de Custódia Provisória (CCP) na manhã desta quarta-feira (27/3), antes de ter o mandado de prisão cumprido. De acordo com a Polícia Militar, ele escapou pulando o muro da unidade.

A ação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), e a Secretaria de Segurança Pública, por meio da Força Correicional Especial Integrada da Corregedoria Geral (Force), foi até a CCP cumprir mandados de prisão preventiva contra Diego e de busca e apreensão na cela onde ele estava detido.

Segundo a PM, “durante a revista das celas, o soldado e outros custodiados foram transferidos para uma quadra/solário da unidade, momento em que ele conseguiu escapar”.

Segundo a denúncia oferecida pelo MP, recebida ontem (26) pela Justiça, o policial executou a vítima sem lhe dar qualquer chance de defesa. Imagens registradas por câmeras de segurança da via pública onde aconteceu o assassinato, conforme o órgão, mostram que ele disparou tiros contra Juliana, já rendida, totalmente indefesa, e de costas. Laudos policiais apontam que Juliana foi atingida diversas vezes à queima roupa na cabeça, face, tórax, abdômen e braços.

O policial estava preso na unidade desde outubro de 2023, com a deflagração da Operação Salobro, que investigou a participação de PMs em milícias na região de Santo Estêvão.

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