Por Joab Vitorino | Portal Bereu News / Fonte: Polícia Civil da Bahia

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta semana, a Operação Elo Oculto, que teve como um dos alvos a residência da influenciadora digital Shallana, conhecida nas redes sociais como "Shay", em Conceição do Jacuípe.
A ação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Coração de Maria, com apoio da Delegacia Territorial de Conceição do Jacuípe, e cumpriu um mandado de busca e apreensão autorizado pela Justiça durante uma investigação que apura suspeitas de tráfico de drogas e atuação de organização criminosa.
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Durante as buscas, os policiais apreenderam objetos que serão submetidos à perícia. Segundo a Polícia Civil, o material poderá auxiliar no avanço das investigações e na coleta de novas provas relacionadas ao inquérito.
Após o cumprimento da medida judicial, a influenciadora foi conduzida à Delegacia Territorial de Coração de Maria, onde prestou esclarecimentos. Em seguida, ela foi liberada. Até o momento, não há qualquer informação sobre prisão ou indiciamento da investigada.
Investigação teve início meses antes
De acordo com a Polícia Civil, esta não é a primeira fase da investigação. Em abril deste ano, uma jovem de 23 anos, apontada como alvo do mesmo inquérito, já havia sido submetida ao cumprimento de um mandado de busca e apreensão em Conceição do Jacuípe. Na ocasião, um aparelho celular foi recolhido para análise pericial.
A atual operação é um desdobramento das investigações conduzidas pela Delegacia Territorial de Coração de Maria. A decisão judicial que autorizou a nova diligência apontou a existência de indícios suficientes para a realização da busca e apreensão.
Investigações continuam
A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento para esclarecer a participação dos investigados, identificar possíveis outros envolvidos e reunir elementos que possam confirmar ou afastar as suspeitas apuradas.
A corporação também reforçou que o cumprimento do mandado ocorreu por determinação do Poder Judiciário e que, até o momento, a investigada não foi presa. Como prevê a Constituição Federal, ela permanece sendo considerada inocente até eventual condenação definitiva pela Justiça.