Em rede social,Aladilce agradece a seus eleitores

A candidata a Deputada estadual obteve 17,913 votos,porem não foi o suficiente para elege-la.


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MARIA ALADILCE DE SOUZA

Solteira Professora de Ensino Superior, nascida em 06/11/1956 em Nova Soure-BA

Obrigada pela confiança! Apesar de não ter sido dessa vez, esse resultado nos fortalece, mesmo diante de um cenário tão adverso para o país.

 Seguiremos fazendo política com amor, honestidade e apostando no debate qualificado. Parabéns PCdoB que, na Bahia, elegeu @aliceportugal e @daniel_pcdob para Federal e 5 deputados/as estaduais.

Agora é manter a mobilização para disputar voto a voto e eleger Haddad presidente. Seguiremos juntos e juntas! Obrigada!  #OAmorVenceráOÓdio



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Conheça um pouco da história de Aladilce


Reeleita para o quarto mandato de vereadora, Aladilce Souza (PC do B) defende que a Câmara Municipal atue com harmonia, porém de forma independente do Poder Executivo. Ela considera que exista uma condescendência histórica do Legislativo à Prefeitura, que precisa ser superada. “Há ainda uma subserviência ao Executivo da Câmara Municipal. Eu acho que isso tem que acabar. Isso não significa a Câmara fazer oposição ao prefeito, mas é a Câmara se posicionar como representante legítima de um eleitorado que é diverso”.

É seguindo este raciocínio que a vereadora diz que atua em uma das bandeiras prioritárias do seu mandato, a saúde. “Além de propor projetos de lei nessa área, tenho procurado fiscalizar o Executivo, que é uma prerrogativa, uma competência da Câmara Municipal. Tenho procurado fiscalizar, dentre outras políticas públicas, a política de saúde”. Formada em enfermagem, a vereadora segue até hoje integrada às representações sindicais da categoria.

Em relação aos 12 anos primeiros anos de atuação na Câmara, destaca que foi responsável pelo projeto de lei, apresentado em 2008, que garante que toda mulher tenha o direito de saber com antecedência, já no pré-natal, o local onde fará o parto. Chamado de “Maternidade Certa”, o projeto foi aprovado e regulamentado após dois anos de tramitação na Casa. Aladilce diz que hoje uma das suas lutas é de que a lei seja devidamente aplicada.

Uma das oito mulheres eleitas em um total de 43 vereadores, considera que a limitada presença de mulheres é um “déficit da democracia”. Aladilce afirma que a desigualdade de gênero se revela até no tratamento na Câmara. “Às vezes, tem umas coisas assim que são tão sutis, mas que mostram essa discriminação. Se eu, vereadora mulher, peço questão de ordem, e em seguida um vereador homem pede também uma questão de ordem, muitas vezes a dele é deferida primeiro. Eu não deixo passar em momento nenhum. Eu questiono na hora".

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