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5 de setembro de 2020

Famílias estão inseguras para o retorno às aulas, aponta pesquisa; preocupação varia entre classes sociais

Famílias estão inseguras para o retorno às aulas, aponta pesquisa; preocupação varia entre classes sociais

A nova etapa da pesquisa Shopper do Amanhã, que aborda a questão educacional, aponta que, embora a educação continue sendo o fator principal para as famílias para a formação dos filhos, o fator segurança pesa na hora de decidir o retorno à escola. A apuração foi realizada pela Youpper Insights, com apoio da ATcom Comunicação Corporativa e patrocínio do grupo Aratu.
A pesquisa mostrou que 75% dos entrevistados se sentem preocupados com a educação dos filhos, mas 40% já cogitaram paralisar as aulas esse ano para não pressionar seus filhos, e 60% estão receosos com relação à volta às aulas mesmo em 2021. As entrevistas foram realizadas em Salvador, no mês de julho de 2020, com 300 pessoas que são pais ou responsáveis por crianças e jovens matriculados na rede pública e particular de ensino.
De uma forma geral, as preocupações dos pais em relação às escolas vão desde a perda da aprendizagem, passando pela falta de formação dos professores para o ensino à distância, até a falta de recursos (muita gente perdeu o emprego ou está ganhando menos) e as adaptações ao mundo remoto (por parte do estudante e da família).
Mais uma vez, a pesquisa mostra que a divisão de pensamento acerca da volta as aulas está diretamente relacionada com a classe social. Nas classes mais altas, a maior preocupação diz respeito à segurança da saúde dos filhos e à aprendizagem incerta, enquanto nas classes mais baixas, a preocupação está dividida entre a escassez de recursos para alimentação e o cuidado com os filhos.
Para o coordenador da pesquisa, o publicitário Diego Oliveira, é preciso reinventar o modelo escolar para que ele se torne mais atraente e mais conectado com o que o estudante precisa. “Isso envolve uma mudança grande na estrutura da oferta. Diferentes escolas poderão oferecer diferentes itinerários. Precisa realocar profissionais e redistribuir as turmas”, afirma.

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