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13 de novembro de 2020

Suspeito de estuprar menino de 12 anos se apresenta à polícia, mas é liberado; ele disse ter "fascínio por pedofilia"


O homem apontado como autor de um estupro de vulnerável, ocorrido no domingo (8/11), em Guaibim, se apresentou à polícia na quinta-feira (12/11), acompanhado de um advogado, e foi liberado em seguida.  Em depoimento ao titular da delegacia de Valença, José Raimundo Neri Pinto, o suspeito disse que precisa de ajuda para se tratar e revelou ter um "fascínio por pedofilia". 

Em entrevista ao UOL,o delegado afirmou que o homem, de 40 anos, tem registro na polícia por já ter violentado sexualmente outro menor. Ele será indiciado pelo crime, que pode resultar em pena de oito a 15 anos de prisão. O inquérito aberto para investigar o caso deverá ficar pronto em 15 dias. "Ele confessou que precisava de ajuda e admitiu ser fascinado por abusar de menores. Disse que decidiu ir à delegacia por estar preocupado com sua integridade física. Se ele não tivesse fugido, de fato, certamente teria sido linchado e provavelmente estaria morto", declarou Neri.

Em nota, a Polícia Civil informou que o suspeito foi ouvido e liberado por não haver flagrante. Por conta da lei número 4737/1965, determinada pelo Código Eleitoral, nenhum cidadão pode ser preso ou detido no período compreendido entre cinco dias antes e até 48 horas após o término da votação do primeiro turno de um período eleitoral. O flagrante de crime é configurado quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de praticá-la.

O abuso teria sido consumado dentro da barraca de praia do suspeito, após a vítima ir ao local buscar o dinheiro cobrado por uma porção de acarajé vendida pelos pais. O comerciante estava desaparecido desde o dia do estupro e teve o imóvel incendiado por moradores, revoltados com o caso.

Na manhã desta sexta-feira (13/11) familiares da vítima se reuniram com moradores de Guaibim para um protesto. Com cartazes nas mãos, o grupo pedia por justiça e que uma prisão preventiva fosse expedida contra o suspeito. 

Tanto a vítima quanto seus familiares também prestaram depoimentos, mas o teor não foi divulgado. O menino, por sua vez, realizou exames de lesão corporal e está sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar.

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