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26 de set. de 2021

E a ilha já se organiza esperando a ponte. Tudo indica que agora vai


Era pré-ponte. É assim que Marcus Vinicius, prefeito de Vera Cruz, o município que detém a maior parte da Ilha de Itaparica, define o momento por lá. Ele firmou parceria com o Senai-Cimatec e iniciou quinta última a preparação da primeira leva de 800 profissionais em 11 especialidades para trabalhar na obra da ponte Salvador-Itaparica.


— Vou gastar alguns milhões, mas tem que ser. A ponte vai significar uma virada histórica. E nessa fase pré-ponte, o primeiro passo é qualificar nosso pessoal, inclusive para trabalhar na ponte.

O mix de cursos inclui pedreiro polivalente, armador de ferragens, carpinteiro e até empacotador e caixa de supermercado, já que o Atakarejo está chegando lá e só aí vai abrir 400 vagas. E a ponte, abre mais seis mil.


UTI —Marcos Vinicius, um jovem prefeito de 39 anos que ano passado logrou a mais expressiva votação entre os reeleitos (86,29% contra quatro adversários), diz que a ilha precisa também, e já, de uma UTI, saneamento básico, mais água (que vem de Pedra do Cavalo) e também transformar a Cia da PM, que atende lá, Itaparica e mais Salinas num Batalhão.

Se alguém dúvida que a ponte vai, já está indo. E levada muito a sério. A pandemia, o último contratempo, está passando. Marcus diz que em 2024, quando passar o bastão para o sucessor, deixará Vera Cruz planejada para encarar a era da ponte. Ele trabalha em parceria com o prefeito de Itaparica, José Elias, o Zezinho (PTB).


"Fica Tereza" está colando

Os que torcem pela permanência da secretária interina da Saúde, Tereza Paim, no comando da pasta, poderão ter boas notícias. No entorno de Rui Costa, se diz que quem apostar que ela fica faz opção pela melhor das alternativas.

Se o trabalho dela bate bem na plateia, o comando (leia-se Rui Costa) também gosta. Tereza assumiu depois que o titular, Fábio Vilas Boas, caiu inesperadamente no início de agosto.


Isidório em duas frentes

Ligado a Assembleia de Deus, que apoia Bolsonaro, e filiado ao Avante, também aliado, o deputado federal Sargento Isidório vai na contramão dos dois. No primeiro caso, diz ser contra misturar igrejas com o jogo político. E no segundo, que está no Avante justamente por deixá-lo à vontade.

Ao lado de Rui em Monte Gordo, Camaçari, anteontem, ele bateu de novo:

— Não dá para apoiar um governo que estimula crianças a pegar em armas.


E Pitta ficou fora da cidade

Autor de mais de 400 músicas, entre elas sucessos como Cometa Mambembe, Calabar, Rebentão e Coração Saltimbanco, Carlos Pitta foi às redes sociais dizer que entre os 265 depoimentos gravados para o museu Cidade da Música, ele foi excluído, não está.

— Alguma coisa está fora de ordem ou esse museu é uma fake news.

Que se faça a correção. Os dois, a Cidade da Música e Carlos Pitta, se merecem.


Norberto Odebrecht dizia acreditar, mas nem tanto

O engenheiro Norberto Odebrecht, fundador da Construtora Odebrecht, estava presente no Centro de Convenções da Bahia (o que desabou) na solenidade em que Jaques Wagner, então governador, passou a Lula, então presidente, o que seria o projeto da ponte. Perguntamos a ele: o senhor acha que agora a ponte vai?

— Se depender da iniciativa privada botar dinheiro para explorar, não. Mas governo é governo. Quando quer mesmo, vai e faz.

Que pena, Norberto, falecido em julho de 2014, com 94 anos, não esteja aqui para ver o final desse capítulo da história. A ponte vem fruto de uma PPP, Parceria Público-Privada, feita com os chineses, o que no frigir dos ovos deu algo meio lá, meio cá. Mas ficou o governo é governo.


POLÍTICA COM VATAPÁ

A grande obra

Conta Otto Alencar, o senador, que lá um dia, indo para Rui Barbosa, sua terra, passou por Itaberaba junto com o deputado Félix Mendonça. Chegou encontrou Lucas, velho amigo:

— Dr. Otto, foi Deus quem lhe mandou. Tô desesperado. Tenho diabetes, não dei muita bola e quando atinei, estava sem tesão!

— E o que você quer, que eu lhe arranje um tesão?

— Não, não, não. Mas me disseram que tem aí umas próteses penianas...

— Ah!... Lhe arranjo o médico, dinheiro é com você.

Ligou, falou, Lucas botou a mão na cabeça:

— Ai, meu Deus! Onde vou arranjar R$ 10 mil, não tenho!

Félix viu o desespero de Lucas, interveio:

— Quanto é? R$ 10 mil? Tome aqui.

Encheu o cheque. Quando o partido reuniu para ver a quem apoiar para deputado federal, Lucas levanta:

— Félix Mendonça!

Alguém retrucou:

— Félix Mendonça? Um cara que não vem aqui, não tem nenhuma obra...

E Lucas, com firmeza:

— Não tem obra o que? E o meu?! Quer uma obra mais importante que essa?!

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