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Pai diz que caçula não está desaparecido e, sem mostrar provas, acusa ex-esposa de maus tratos


Após a comerciante Larissa Pina, 37 anos, acusar o ex-marido de sumir com o filho caçula do casal, Fábio Roberto Pinto, 47, justificou que  recuperou a criança para livrá-la de maus tratos supostamente cometidos pela mãe.

Separado da ex-mulher há 4 anos, o empresário esclarece que, como avisou que não devolveria o menino, o caso não se trata de um sequestro e, sim, de uma ação de proteção.

“Na verdade, não é um sequestro porque foi relatado que eu não ia entregar. Ela é uma pessoa altamente louca, desequilibrada, tem um poder de persuasão muito forte, tem dupla personalidade. Não tenho bola de cristal, dei a guarda dos filhos porque imaginei que ela seria a melhor pessoa do mundo para criar os nossos filhos, mas cinco funcionárias dela me procuraram pedindo para tirar os filhos dela, senão iriam aparecer mortos”, denuncia.

Segundo ele, os trabalhadores registraram uma ata notarial com os relatos de maus tratos supostamente realizados pela mãe das crianças. A reportagem pediu o documento, mas Fábio disse que não poderia enviar para proteger a identidade dos funcionários.

Ele afirma ainda que o processo segue em segredo de Justiça. “Estamos esperando o processo ser apreciado por um juiz ou desembargador que analise e veja que as crianças não merecem estar com essa pessoa”, comenta.

Diferente das características apontadas por Larissa, Fábio conta que o atual companheiro da sua ex-esposa seria violento com os seus filhos. “Ele anda batendo, espancando o menino”, diz. 

A primogênita, de 12 anos, voltou à casa da mãe após o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. Sobre isso, ele diz que aconteceu contra a vontade da pré-adolescente.

Fábio também assegura que o filho não está sumido, mas em casa ao lado dele. “Não tenho como deixar os meus filhos com uma pessoa dessa. Vão ficar comigo se Deus permitir, senão, que a Justiça e o Conselho Tutelar tomem conta e vigiem”. 

Sobre a medida protetiva que a mulher conseguiu para se proteger de supostos abusos cometidos por ele em 2019, ele alega que a Justiça concedeu “sem analisar os fatos direito”. “Hoje, a mulher fala o que quer, chora e o delegado encaminha a medida protetiva. Qual foi o fato? Não existe fato. É uma mentira”, declara. 

Em resposta, Larissa afirma que as acusações “são infundadas” e fruto de ciúmes da sua relação com o seu atual marido. “Eu sempre fui uma boa mãe, aí depois que separei não sou mais? Ele está me acusando agora de maus tratos porque eu estou com outra pessoa”.

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