Sindicato promete acionar MP-BA para investigar suposta omissão de PM em presídio da Mata Escura

 Sindicato promete acionar MP-BA para investigar suposta omissão de PM em presídio da Mata Escura

 

O Sindicato dos Agentes Penitenciários da Bahia deve entrar, ainda nesta sexta-feira (16/6), com uma representação no Ministério Público da Bahia (MP-BA) para investigar a suposta omissão de um policial militar que fazia a segurança no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.

Na última dia quinta (15/6), três homens foram flagrados tentando jogar ao menos seis faças e punhais de rei do complexo penitenciário. O movimento foi acompanhado por agentes penitenciários que coibiram a ação disparando na direção dos suspeitos, que fugiram pela mata e não foram presos.

“Surpreendentemente os arremessos estavam sendo realizados a menos de 15 metros de um policial militar que estava sentado e nada fez”, afirmou Fernando Fernandes, vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários da Bahia. O agente também participou da ação que coibiu a entrada dos equipamentos na penitenciária.



 

Para o vice-presente do sindicato, a falta de novos agentes penitenciários e a demora na criação da Polícia Penal colaboram com a criminalidade em torno das penitências e cadeias da Bahia. No Brasil, quatro estados não tem polícia penal: Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e a Bahia.

“Todos sabem que o coração do crime vive dentro dos presídios, mas é preciso que o governo (do Estado)  institua a Polícia Penal na Bahia. Os estados que já possuem esses agentes vivenciam redução abrupta dos dos índices de criminalidade, provando que o coração do crime está dentro dos presídios”, comentou Fernandes. 

O Sindicato dos Agentes Penitenciários da Bahia deve entrar, ainda nesta sexta-feira (16/6), com uma representação no Ministério Público da Bahia (MP-BA) para investigar a suposta omissão de um policial militar que fazia a segurança no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.

Na última dia quinta (15/6), três homens foram flagrados tentando jogar ao menos seis faças e punhais de rei do complexo penitenciário. O movimento foi acompanhado por agentes penitenciários que coibiram a ação disparando na direção dos suspeitos, que fugiram pela mata e não foram presos.

“Surpreendentemente os arremessos estavam sendo realizados a menos de 15 metros de um policial militar que estava sentado e nada fez”, afirmou Fernando Fernandes, vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários da Bahia. O agente também participou da ação que coibiu a entrada dos equipamentos na penitenciária.

Para o vice-presente do sindicato, a falta de novos agentes penitenciários e a demora na criação da Polícia Penal colaboram com a criminalidade em torno das penitências e cadeias da Bahia. No Brasil, quatro estados não tem polícia penal: Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e a Bahia.

“Todos sabem que o coração do crime vive dentro dos presídios, mas é preciso que o governo (do Estado)  institua a Polícia Penal na Bahia. Os estados que já possuem esses agentes vivenciam redução abrupta dos dos índices de criminalidade, provando que o coração do crime está dentro dos presídios”, comentou Fernandes.

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