Após morte de Genivaldo, PRF orienta agentes a 'não ameaçar' pessoas em crise de saúde mental

Polícia Rodoviária Federal (PRF) elaborou uma orientação sobre a abordagem de pessoas em crise de saúde mental, após caso Genivaldo



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) elaborou uma orientação sobre a abordagem de pessoas em crise de saúde mental, após o caso que envolveu a morte de Genivaldo de Jesus Santos. A vítima, que tinha um quadro de esquizofrenia, foi morta por agentes do órgão após ser preso no porta-malas de uma viatura e torturado com o uso de gás lacrimogêneo.


Entre a recomendação da PRF, está a de “não ameaçar a pessoa em crise com prisão ou outras ameaças semelhantes”, diante do risco de criar um estresse, medo e “potencial” agressão. A indicação está em documento assinado pelo Diretor de Operações da PRF, Djairlon Henrique Moura.



Os trechos do documento ainda destacam que os policiais não têm “obrigação” de reconhecer uma pessoa em crise de saúde mental, mas é esperado que os agentes saibam notar situações que envolvam pessoas em condição de vulnerabilidade e alteração mental.


A ação da PRF ocorre após o Ministério da Justiça e Segurança Pública ter cobrado medidas sobre o caso Genivaldo. No entanto, o texto não cita o corrido.

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