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Richarlison: Camisa 9 brasileiro tem processo contra Flávio Bolsonaro; saiba motivo

     Foto: Reprodução/Twitter/@CBF_brasil
 

Richarlison marcou os dois gols do Brasil na estreia da Copa do Mundo, contra a Sérvia

Autor dos dois gols, um deles de voleio, do Brasil na estreia da Copa do Mundo na última quinta-feira (24), o atacante Richarlison briga na justiça com um aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL).


Camisa 9 da seleção brasileira e do Tottenham, da Inglaterra, Richarlison briga na justiça com o filho do presidente por conta de um imóvel que fica na região de Ilha Comprida, no Rio de Janeiro, e foi comprada pelo próprio centroavante. Um amigo de Flávio Bolsonaro, no entanto, entrou com liminar para tomar posse da casa.

As informações sobre o processo foram publicadas pelo colunista Guilherme Amado, do portal Metrópole.


De acordo com os documentos disponíveis no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a empresa de Richarlison, Sport70, adquiriu o espaço em 2020. Mas, em julho do mesmo ano, Flávio ficou interessado pelo imóvel ao visitá-lo junto com a esposa, Fernanda Bolsonaro.


Na época, o político acompanhava as obras no aeroporto da região e, a convite do senador Wilder Morais (PL-GO), foi conhecer o local. Quem o recebeu no imóvel foi Antônio Marcos, antigo dono da mansão e que a vendeu para Richy.

Sócios na empresa Sport70, Richarlison e seu empresário, Renato Velasco, começaram a fazer obras e melhoras no imóvel após adquirir o espaço. Tanto o jogador como seu representante sempre visitam a mansão quando estavam no Brasil, e Velesco deixou sua mulher, que estava grávida, morando ali até o nascimento do bebê.


Porém, em maio deste ano, a moça foi supreendida por policiais e um oficial de Justiça que tentaram tirá-la da propriedade por conta de uma reitegração de posse. De acordo com a ordem, a empresa M Locadora, que era uma ex-dona do imóvel em meados dos anos 1980 e o repassou em 2022, reivindicava o local.

A equipe jurídica do atacante conseguiu reverter a decisão dois dias depois. Willer Tomaz pediu suspensão da ordem e ganhou a posse novamente. Ele alega que sua empresa, a WT Administração, pagou R$ 2 milhões em pendências fiscais da M Locadora, em troca do imóvel de Ilha Comprida. Já como forma de comprovar a transação, os pagamentos aconteceram por meio de um contrato.

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