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Investigação da morte de casal de rifeiros continua em aberto após quase 7 meses


Quase sete meses se passaram desde a morte trágica do casal de rifeiros Rodrigo da Silva Santos e Hynara Santa Rosa da Silva, e o inquérito policial que busca esclarecer o caso ainda não foi concluído. A informação foi confirmada pela Polícia Civil ao Portal. O assassinato ocorreu em 11 de dezembro do ano passado, na região de Barra do Jacuípe, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.

Segundo a corporação, o inquérito continua em andamento sob responsabilidade da Delegacia Territorial (DT) de Monte Gordo. A polícia informou que diligências investigativas estão em curso e que estão aguardando laudos periciais que ajudarão na elucidação do crime.

Até o momento, não houve prisão de nenhum suspeito, e a polícia não divulgou detalhes sobre a linha de investigação que está sendo seguida.

O casal, conhecido como DG Rifas e Naroka, foi morto a tiros enquanto desfrutava de um dia na praia de Barra do Jacuípe. Os disparos atingiram a região da cabeça e do peito das vítimas.

Segundo relatos da época, o casal teria chegado de moto a uma marina, onde foram surpreendidos pelos agressores, que esperaram eles saírem da água para guardar o jet ski. Os tiros foram disparados nesse momento, resultando na morte imediata do casal.

Vale ressaltar que, neste ano, pelo menos nove rifeiros foram assassinados na Bahia, o que evidencia a importância da elucidação desses crimes e da garantia de segurança para essa comunidade.

Recentemente, na tarde desta quinta-feira, dia 1º, outro rifeiro e empresário, identificado como Alan Charles Andrade Moraes, foi morto com um tiro na cabeça no Iguatemi Business, no bairro Caminho das Árvores. Alan trabalhava com rifas e possuía lojas de celulares. A polícia segue investigando esse caso específico.

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