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Alexandre Tchaca é solto após 15 dias detido, é notificado de novo processo disciplinar e fala em ‘perseguição’



Pré-candidato a vereador em Salvador pelo PSDB, Tchaca foi liberado às 00h após cumprir 15 dias de prisão em virtude de sanção interna da PM

Foi solto na madrugada terça-feira (11/6) o soldado da Polícia Militar e influenciador digital Lazaro Alexandre, conhecido como Alexandre Tchaca. A informação foi confirmada ao Aratu On pelo advogado do PM, Robson Amorim.

Pré-candidato a vereador em Salvador pelo PSDB, Tchaca foi liberado às 00h após cumprir 15 dias de prisão em virtude de sanção interna da PM, que determinou a prisão de e de outro policial influenciador: Ivan Leite, que foi solto na madrugada nesta terça-feira (12/6) (informação adicionada às 10h05 desta terça-feira (12/6) após confirmação da defesa de Ivan Leite).

De acordo com a defesa, após ser liberado, Tchaca já tem outro problema para se preocupar. Ele foi notificado ainda nesta noite de um Processo Administrativo Disciplinar em tramitação por conta de supostas postagens nas redes sociais nas quais o policial aparece, fardado, vendendo rifas. A defesa nega que ele tenha cometido as supostas irregularidades.

A informação sobre este processo foi publicada pelo Aratu On no dia 4 de janeiro. Além dele, mais dois PMs foram alvos do procedimento: Jeferson Silva França, “França” e Alexandre Santos da Conceição, “Xandy”. A investigação apura a suposta divulgação de rifas e a prática de atitudes que ferem o código da PM, como uso de fardamento e armas nas redes sociais.

Em publicação nas redes sociais, Tchaca classificou o processo, em tom de ironia, como “presente”. “Vocês tiram a conclusão de vocês, se é perseguição ou se não é. Vitimista não sou. Nunca serei. Não gosto disso, mas tenho que trazer a vocês a transparência sobre essa perseguição direcionada”, afirmou.

Para o PM, o comando da Polícia está criando “artifícios” para desestabilizá-lo. “Estão desesperados e tentando atrapalhar o que pode acontecer em outubro [eleição]”, concluiu. 

Veja posicionamento abaixo:

Segundo apurado pelo Aratu On, a determinação de prisão a Tchaca foi devido a suposta postagem de um card de apoio à candidatura de João Roma (PL) a governador da Bahia, em 2022. Segundo o policial, ele não postou, não repostou e não veiculou a publicação em lugar algum. O post em questão teria exaltado investimentos do governo Bolsonaro (PL) na Polícia Militar do estado.

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