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| Soldado da Polícia Militar é preso. Foto: reprodução | Alô Juca |
Soldado da Polícia Militar foi preso por processo administrativo disciplinar após publicação nas redes sociais
Um soldado da Polícia Militar, identificado como Luan Matos, foi preso na manhã desta segunda-feira (4), no bairro de Valéria, em Salvador, por processo administrativo disciplinar.
De acordo com informações iniciais, o soldado, que acumula 489 mil seguidores, teria feito uma postagem que iria contra a instituição, ao comentar sobre operações policiais realizadas em 2023.
O agente foi encaminhado para a sede do Batalhão de Polícia de Choque, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), onde deve permanecer por 20 dias.
O Aratu On solicitou uma nota da Polícia Militar para obter mais informações sobre o caso e aguarda retorno.
Outros casos
Um policial militar foi preso na manhã desta terça-feira (28), suspeito de envolvimento em um homicídio ocorrido na orla de Salvador.
O soldado Jackson Monteiro Barbosa, de 32 anos, foi detido no bairro Ponto Parada, em Simões Filho, na Região Metropolitana, durante cumprimento de mandado de prisão temporária. Ele é investigado pela morte de Tiago Lopes Moreira, baleado na madrugada de 9 de março, na praia de Itapuã.
De acordo com as investigações, o crime teria ocorrido após uma discussão entre o policial e a vítima. “Havia inicialmente uma discussão entre eles e o investigado deferiu 10 tiros contra a vítima. A arma utilizada foi do acervo da Polícia Militar”, afirmou a delegada Zaira Pimentel, em entrevista à TV Bahia. Segundo ela, o episódio foi registrado por câmeras de videomonitoramento.
Ainda conforme a delegada, a motivação do crime não foi totalmente esclarecida. “No dia do fato ele não estava trabalhando, mas estava portando a arma da instituição”, disse. Ela também informou que, após a conclusão do inquérito, deverá solicitar a conversão da prisão temporária em preventiva.
O policial é lotado na 81ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), em Itinga, e tem cerca de um ano e meio de atuação na corporação. Ao ser preso, ele optou por permanecer em silêncio.
