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2 de dezembro de 2020

ABSURDO: Menino de 5 anos é espancado pela mãe após fazer xixi na roupa

 Vítima e outra filha da suspeita, uma bebê de seis meses, estão em um abrigo e aguardam uma decisão judicial


No último sábado (28), um menino de 5 anos foi espancado pela mãe, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. O caso foi denunciado pela babá da vítima para Polícia Civil do estado. O garoto contou que a agressão aconteceu após ele fazer xixi na calça. 

Camille Amorim, presidente do Conselho Tutelar de Balneário Camboriú, relatou à revista Crescer os detalhes do caso. Segundo ela, a criança soube detalhar tudo que sofreu. “Tudo começou porque ele pediu a ajuda da mãe para ir ao banheiro. Ele queria fazer xixi e precisava que ela tirasse a calça dele. Ela disse que não iria ajudar, mas ele seguiu pedindo. No entanto, chegou um momento em que ele não aguentou e fez xixi na calça”.

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Em seguida, a mãe da criança começou a bater nele “sem parar”. “Primeiro, com chineladas, depois, com o cabo do rodo, inclusive na cabeça”, relatou.

A polícia tomou conhecimento do caso após a criança ser deixada na casa da babá, que ao vez as marcas das agressões resolveu procurar as autoridades.

“Ela contou que não estava no momento da agressão e disse que já chegou a notar algumas marcas de agressão no menino anteriormente, mas como não parecia ser grave, nunca denunciou. Segundo ela, o menino já relatou ter tomado tapas no rosto e apanhado com chinelo outras vezes”, relatou a conselheiro para revista.

Após a denuncia, conselheiros tutelares foram até o local e confirmaram as marcas de agressão. O garoto foi levado para atendimento médico e passou por exames para detecção de possíveis traumas, mas os resultados apontaram apenas hematomas.

A mãe da criança foi presa, mas está em liberdade depois da realização de uma audiência de custódia. O caso é acompanhado pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e Idoso de Balneário Camboriú.

Já vítima e outra filha da suspeita, uma bebê de seis meses, estão em um abrigo e aguardam uma decisão judicial sobre o destino da guarda.

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