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Militar do Exército de 19 anos atropela e mata pai e filha

        Reprodução/Pixabay  



 Sem habilitação, o soldado João Victor Aflinis Carvalho invadiu o local e atropelou pai e filha

A atleta Jéssica Messi Levadinha, 31, e o pai dela, o treinador Álvaro Gonçalves Levadinha, 69, morreram na manhã desta terça-feira (15) em Guarulhos, na Grande SP, após serem atropelados por um soldado do Exército que dirigia sem habilitação e que, segundo testemunhas, apresentava sinais de embriaguez.


Segundo a polícia, as vítimas corriam em um canteiro, em local próximo ao aeroporto de Guarulhos, quando uma Mitsubishi Pajero guiada pelo soldado João Victor Aflinis Carvalho 19, invadiu o local, atropelando pai e filha. O motorista também colidiu contra um poste de iluminação, que foi arrancado do chão.

As circunstâncias em que o militar perdeu o controle do veículo serão apuradas pela Polícia Civil, diz a corporação. Nenhum advogado de defesa do militar havia sido localizado até a publicação deste texto. Segundo policiais, membros do Exército acompanham a ocorrência na delegacia.


Por volta das 13h30 desta terça, o caso era registrado como homicídio doloso (com intenção de matar).

O atropelamento ocorreu por volta das 7h30, na rodovia Hélio Smidt, perto do terminal 1 do aeroporto, e por isso o caso está sendo registrado na Delegacia do Aeroporto de Guarulhos. Até as 14h desta terça, nenhum advogado havia se apresentado para defender o soldado, que é acompanhado por familiares e membros do Exército no registro da ocorrência.


O Comando Militar do Sudeste informou, por meio de nota, que o soldado cumpre serviço militar obrigatório no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo, na zona norte da capital, e que o caso será encaminhado à Justiça comum. "Por não se tratar de um crime militar, o caso está tramitando na Justiça comum. Assuntos referentes ao processo devem ser encaminhados à Justiça Estadual."

O Exército acrescenta, ainda, que "repudia veementemente qualquer ato que atente contra os preceitos éticos e morais da profissão militar".


Policiais que acompanham o caso afirmaram, em condição de anonimato, que o soldado apresentava sinais de embriaguez e se negou a realizar o teste do bafômetro. Ele também teria se recusado a realizar exame de sangue para aferir a quantidade de álcool que eventualmente tenha ingerido.

Em suas redes sociais, pai e filha compartilhavam treinos e conquistas nas corridas.
Amigos lamentam a morte de pai e filha atletas, nas redes sociais, onde compartilham homenagens.

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